FUTEBOL MASCULINO CRAQUES DO PASSADO
Um craque em destaque
Nome: JORGE OSMAR GUARNELLI
Nascimento: 18 de fevereiro de 1952 (20 anos). Carioca, nascido na Pavuna, GB.
OSMAR
Começou a jogar como lateral-esquerdo no Pavunense, ingressando em 1970 no BOTAFOGO DE FUTEBOL E REGATAS, passando logo a figurar no quadro principal como quarto-zagueiro.
Em 15 de maio deste ano, foi convocado, pela primeira vez, para participar da Seleção Brasileira que disputará a Taça Independência. Ao mesmo tempo, foi indicado para integrar a Seleção Olímpica que vai disputar os Jogos Olímpicos de Munique, Alemanha.
Realizou diversos treinos com a Seleção Brasileira de Profissionais, tendo sido desligado desta para se dedicar somente à Seleção Olímpica. A decisão foi tomada pela Comissão Técnica da CBD, atendendo ao regulamento desses certames. Possui um estilo clássico, moldado em características próprias e grande senso de colocação.
Acervo particular Angelo Antonio Seraphini
Fonte: Revista Oficial do BFR nº 1 de maio a junho de 1972
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Carlos Roberto de Carvalho, mais conhecido como Carlos Roberto (Rio de Janeiro, 1 de maio de 1948), é um ex-futebolista e atual técnico brasileiro entre o fim das décadas de 1960 e 1980. Jogava na posição de volante.
Carlos Roberto nasceu no Rio de Janeiro, a 1 de Maio de 1948, e foi o quarto jogador que mais atuou pelo Botafogo, com o mesmo número de jogos que Quarentinha e Manga, com 442 jogos. Entre 1967 e 1975 atuou na posição de volante e marcou 15 gols envergando a Camisa do Glorioso. Chegou à Seleção Brasileira pela primeira vez aos 19 anos em 1967. Tendo atuado pela Seleção por 4 anos inclusive sendo convocado na relação de 40 jogadores para a Copa do Mundo de 1970.
Carlos Roberto foi tricampeão da Pequena Copa do Mundo em 1967, 1968 e 1970, Campeão da Taça Brasil em 1968 bicampeão da Taça Guanabara e bicampeão carioca pelo Botafogo, ambos em 1967 e 1968. Após jogar no Botafogo jogou no Santos, no Atlético Paranaense, no Fluminense, no Bangu, CSA de Alagoas e no Bonsucesso, onde encerrou a carreira de jogador e começou a de técnico.
Em 2006 Carlos Roberto regressou ao Botafogo como técnico principal e conseguiu, após nove anos de jejum, que o Botafogo se tornasse vencedor da Taça Guanabara e Campeão Carioca.
Nas finais da Taça e do Campeonato, o Botafogo venceu o América e o Madureira, respectivamente, e Carlos Roberto igualou, assim, o feito de Mário Zagallo, que até então tinha sido o único protagonista do futebol a ser campeão pelo Botafogo como jogador e técnico.
Como treinador
Iniciando em 1982 no próprio Bonsucesso, onde acabou a carreira de jogador, Carlos Roberto ainda passou por outros clubes do Rio de Janeiro: Madureira (1983; 2008), Bangu (1983), Americano (1984), Cabofriense (1985) além do Botafogo (1985; 1996 e 2006). Após sucesso pelo Cabofriense no Estadual de 1985 o Treinador retornava ao Botafogo.
O treinador foi chamado para treinar o Al-Ta'ee da Arábia Saudita, era sua primeira experiência no Oriente Médio, local onde estava por fazer muito sucesso. Foi sua 1º passagem onde ficou por 4 temporadas entre 1985 e 1989. Voltou para o Brasil para treinar o América-MG e depois reingressou para a Ásia para comandar a Seleção Tailandesa de Futebol por 2 anos (1990-1991).
Mais uma vez retorna para o Oriente Médio para trabalhar no Al-Wahda Club dos Emirados Arabes Unidos onde ficou de 1992 à 1995.
Em 1996 retorna pela 2º vez ao Botafogo. Em seguida retornou para Arábia Saudita para a sua 2º passagem no Al-Ta'ee (1996-1997). Posteriormente também na Arábia assumiu o Al- Taawoun (1997-1998), Al- Khor do Catar em (1998-1999) e finalizando sua segunda passagem no mundo árabe assumiu o Al-Shabab (1999) onde conquistou a (Arab Cup) Título mais importante da história do Clube.
Ao final dessa passagem foi mais uma vez para Minas Gerais, desta vez para comandar o Rio Branco de Andradas em 2000.
Foi pela terceira vez para a Arábia Saudita, desta vez para treinar o Al-Ansar (2000-2002) e depois o Al-Riyadh (2005). Neste período assume pela 2º vez a Seleção da Tailândia (2003-2004) onde se sagrou Bi campeão do SEA Games.
No final de 2005 nao pode recusar o convite do Botafogo onde seria sua 3º e melhor passagem. Iniciou em 2006 o trabalho no clube que o projetou como jogador: o Botafogo. Lá foi campeão da Taça Guanabara e do Campeonato Carioca naquele ano, tendo vencido o America e o Madureira na final dos dois torneios, respectivamente.[1] Após o sucesso permaneceu para a disputa do Campeonato Brasileiro de 2006.
Em 2007, Carlos Roberto foi anunciado como o novo treinador do America para o Campeonato Brasileiro do mesmo ano.
No ano seguinte em 2008, comandou o Madureira no Campeonato Carioca tendo deixado o cargo[2] para trabalhar no exterior retornando pela terceira vez ao Futebol Asiático primeiramente contribuindo na reestruturação da seleção Tailandesa como diretor técnico de todas as categorias. Logo após dirigiu de 2009 a 2010 o Bangkok Glass FC da Tailândia onde se sagrou campeão da Singapore Cup em 2010. Teve também passagens pelo Muangthong United FC (2011) e Insee Police United FC (2014) ambos da Tailândia.
Carlos Roberto sempre teve sua carreira marcada e pontuada por retornos. Além dos títulos e das boas campanhas, sua atuacao na melhora da estrutura dos clubes por onde passou também foi marcante.
Desta vez, após 30 anos retornou pela 4º vez a Arábia Saudita para sua 3º passagem no Al- Ta'ee (2015-2016).
Títulos
Bonsucesso FC (Brasil)
• Torneio Incentivo Manoel Gomes da Silva: 1982
• Campeonato Carioca da 2º divisão: 1984
Madureira EC (Brasil)
• Campeonato Carioca da 2º divisão: 1983
Bangu AC (Brasil)
• Copa Carlos Teixeira Martins: 1983
Al- Ta'ee SC (Arábia Saudita)
• Copa Região Norte: 1987
Seleção Nacional da Tailândia (Tailândia)
• Sea Games: 1991, 2003
Al Wahda FC (Emirados Arabes Unidos)
• Federation Cup: 1995
Al Shabab FC (Arábia Saudita)
• Arab Cup: 1999
Botafogo (Brasil)
• Taça Guanabara: 2006
• Campeonato Carioca: 2006
Bangkok Glass FC (Tailandia)
• Singapore Cup: 2010
Referências
1. ↑ Globoesporte.com (7 de dezembro de 2005). «Botafogo apresenta Carlos Roberto». Consultado em 5 de maio de 2015
2. ↑ Globoesporte.com (31 de janeiro de 2008). «Carlos Roberto deixa o Madureira». Consultado em 5 de maio de 2015
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NOMEMaurício Pereira Barros
DATA DE NASCIMENTO/IDADE1944-02-04(79 ANOS)
PAÍS DE NASCIMENTO
Brasil
NACIONALIDADE
Brasil
POSIÇÃO
Defensor (Lateral Direito)
JOGOS PELA SELEÇÃO
PÉ PREFERENCIAL
ALTURA0 cm
PESO0 kg
SITUAÇÃO Aposentado
CLUBE ATUAL Sem Clube
EQUIPES
TEMPORADA EQUIPE
1974
Paysandu
1973
Paysandu
1972
Botafogo
1971
Botafogo
1970
Bahia
1969
Bahia
Botafogo
1968
Botafogo
1967
Botafogo
Atlético Mineiro
1966
Botafogo
1965
Botafogo
1964
Botafogo
1963
Botafogo
1962
Botafogo
1961
Botafogo
EDIÇÕES
EDIÇÃO
Olimpíadas 1964
TRANSFERÊNCIAS
TEMPORADA
1973
Paysandu
1971
Botafogo
1969
Bahia
1967
Botafogo
1967
Atlético Mineiro
Fonte: Site ogol.com.br
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Ismael Moreira Braga nasceu a 18 de maio de 1945 (*), no Rio de Janeiro, tendo sido um lateral direito que atuou pelo Botafogo nos anos de ouro da década de 1960.
O atleta iniciou a carreira nos juvenis do Bonsucesso e ingressou no Botafogo em fevereiro de 1965, tendo atuado nos profissionais entre 1967 e 1971. Em seguida jogou pelo Flamengo em 1972 e 1973, sagrando-se campeão carioca por ambos os clubes. Também jogou no Santos.
Moreira estreou-se no Botafogo no dia 17 de abril de 1966 na derrota de 2x1 para o América Mineiro, com gol de Sicupira, em partida válida pelo Torneio Pentagonal de Belo Horizonte, comemorativo do 45º aniversário do América. Envergou a Camisa Gloriosa em 213 jogos e assinalou um gol.
Estreou-se na Seleção Brasileira a 19 de setembro de 1967 na vitória sobre o Chile por 1x0, gol de Roberto Miranda aos 63’, em amistoso. Envergou a Camisa Canarinho em mais duas ocasiões, em 1968: 4x1 sobre a Argentina (7 de agosto) e 2x1 sobre a Seleção da FIFA (6 de novembro).
Títulos (ver links)
Brasileiros oficiais
1968: Vencedor da Taça Brasil em futebol
Estaduais oficiais
1967: Botafogo campeão do Torneio Início
1967: Botafogo campeão da Taça Guanabara
1967: Botafogo campeão estadual de futebol
1968: Botafogo bicampeão da Taça Guanabara
1968: Botafogo bicampeão estadual de futebol
Não-oficiais internacionais
1968: Botafogo, campeão internacional no México
1970: Botafogo, campeão internacional em Caracas
1968: Taça Júlio Bustamante
1968: Taça Oldemario Ramos
1970: Troféu Cidade do México
1970: Troféu Dr. José M. Rodríguez Arnaiz
Não-oficiais nacionais
1968: Taça Organizações Globo e Taça do 38º Aniversário do Diário de Notícias
1968: Taça Petrobol
(*) Fontes: Jornal dos Sports (18.12.1967 e 08.03.1969), O Globo (10.06.1968) e Revista Placar (03.07.1970).
Pesquisa de Rui Moura (editor do blogue Mundo Botafogo); Fontes: blogue Mundo Botafogo e https://pt.wikipedia.org; http://terceirotempo.bol.uol.com.br.
Publicado 17th July 2017 por Ruy Moura
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Maurício de Oliveira Anastácio, mais conhecido como Maurício (Rio de Janeiro, 29 de setembro de 1962), é um ex-futebolista e treinador brasileiro que atuou como atacante.
Carreira
Atacante, que pelas suas grandes atuações no América se transferiu para o Botafogo, aumentou ainda mais a sua fama a partir de 1989, quando fez o gol que quebrou o jejum do alvinegro carioca de 21 anos sem títulos, sendo assim campeão carioca deste ano, assim como por ter sido um dos grandes personagens do Internacional, naquele que ficou conhecido como o Gre-nal do Século. Em 1991, foi convocado pra um amistoso entre a Seleção Brasileira e a Seleção Paraguaia, no dia 27 de Fevereiro de 1991, Mauricio entrou na partida aos 16 minutos do segundo tempo. A partida foi no Estádio Pedro Pedrossian, em Campo Grande. Maurício jogou com a camisa número 16. Mazolinha cruza da esquerda, Maurício aparece na área e acaba com o jejum de títulos que secava a boca dos botafoguenses havia 21 anos. "O empurrão em Leonardo não aconteceu", garante o ex-ponta, sobre o lance que originou o gol do Glorioso sobre o Flamengo, em 1989.
Essa foi a jogada marcante da carreira de Maurício de Oliveira Anástacio, o Maurício, que nasceu na capital carioca no dia 20 de setembro de 1962 e deu seus primeiros passos no futebol no Bonsucesso, ainda nos anos 70.
Maurício passou por diversos clubes antes de ganhar prestígio no Botafogo. Depois do Bonsucesso, ele defendeu o Rio do Sul (SC), de 1981 a 1982, o Internacional, de 1983 a 1984, o América, de 1984 a 1986, e só aí chegou ao alvinegro.
Em 1988, o ponta-direita alto e veloz foi emprestado ao Internacional. Chegou a disputar a camisa 7 com Heyder, ex-Bahia e Cruzeiro. Maurício foi o titular do time colorado vice-campeão brasileiro (o Bahia, de Bobô, foi o campeão).
No ano seguinte, retornou ao Botafogo e ajudou o título a conquistar o Carioca, título inesquecível na vida dos botafoguenses. Sob o comando de Valdyr Espinosa, o Botafogo bateu o Flamengo com jogadores como Paulinho Criciúma, Mauro Galvão, Ricardo Cruz, Josimar e companhia.
Em 1990 se transferiu para o Celta, da Espanha, mas sua passagem pelo Velho Continente foi rápida e no seguinte retornou ao futebol gaúcho, desta vez para defender o Grêmio. Lá, atuou mais uma vez ao lado de Nilson. A dupla de ataque também jogou junta no ano seguinte, na Portuguesa.
Em 1992, Maurício teve mais uma passagem pelo Sport Club Internacional, e já veterano vestiu as camisas do Hyundai, da Coréia do Sul, do Zico All Star, do Japão, do Londrina (PR), do XV de Piracicaba (SP) e mais uma vez da Portuguesa.
O ex-jogador também passou pelas seleções brasileiras principal e olímpica. Pela principal, atuou apenas no empate diante do Paraguai em 27 de fevereiro de 1991 que terminou empatado em 1 a 1. Já pela olímpica atuou em duas ocasiões, com uma vitória e um empate. Em 2007, a diretoria do Botafogo prestou-lhe uma homenagem, criando uma camisa comemorativa, lançada no evento Feijão do Fogão 2007.
Bonsucesso
• Campeonato Carioca Série B - 1981
Botafogo
• Campeonato Carioca: 1989
• Taça Rio - 1989
• Troféu Cidade de Palma de Mallorca - 1988
• Torneio Pentagonal da Costa Rica - 1986
Celta de Vigo
• Troféu Cidade de Vigo - 1991
Internacional
• Campeão Gaúcho - 1992
• Campeão da Copa do Brasil - 1992
Ulsan Hyundai
• Korean League Cup - 1995
Londrina
• Campeonato Paranaense 2ª Divisão - 1997
Seleção Brasileira Olímpica
• Torneio Pré-Olímpico: 1987
Fonte: WikiPédia
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Nielsen Elias, ou simplesmente Nielsen (Rio de Janeiro, 19 de junho de 1952), é um ex-futebolista brasileiro, que atuava como goleiro.
Foi um goleiro que atuou pelos 4 grandes clubes do Rio de Janeiro, mas que se destacou pelo Fluminense e pelo Flamengo.
Carreira
Filho de João Elias e Cleia Elias, nasceu no bairro de Rio Comprido.
Nielsen começou como goleiro de futebol de salão nos anos 1960. Depois foi para o futebol de campo nas divisões de base do Fluminense, aonde sagrou-se Campeão Carioca Juvenil[6] de 1970 e Campeão da Taça Cidade de São Paulo.
Foi convocado para a Seleção Brasileira de juniores e foi campeão Mundial em Cannes, na França, em 1971, campeão Pré-Olímpico na Colômbia também em 1971 e esteve nos Jogos Olímpicos de Verão de 1972, em Munique, com a Seleção Brasileira treinada por Antoninho Fernandes.
Nielsen fez parte da Máquina Tricolor e sagrou-se campeão carioca em 1973 e 1975, como reserva de Félix. Esta equipe tinha vários craques, entre eles Roberto Rivelino e Paulo Cézar Caju. Envolvido no troca-troca do Presidente Francisco Horta, foi para o Flamengo, tendo realizado 22 jogos com a camisa do Tricolor, com 11 vitórias, 6 empates e 5 derrotas, tendo sofrido 19 gols.
Na Gávea, vestiu a camisa rubro-negra em 12 oportunidades (10 vitórias e apenas duas derrotas) entre 1978 e 1979, onde foi campeão Carioca de 1979. Essa equipe foi considerada uma das melhores do Flamengo, que tinha em seu elenco Zico, considerado o maior ídolo do clube.
Em 1983, foi contratado pelo São Cristóvão.
Após encerrar a carreira se tornou preparador de goleiros em diversos clubes brasileiros e estrangeiros, e também da Seleção Brasileira, Emirados Árabes, Arábia Saudita e Jamaica. Seu método de trabalho fez com que houvesse uma evolução muito grande nos goleiros brasileiros. Com sua formação em Educação Física, desenvolveu um treinamento diferenciado. A partir deste momento os goleiros brasileiros passaram a ser requisitados por equipes europeias, e Taffarel, que por muitos anos foi treinado por Nielsen Elias, foi o primeiro goleiro a entrar numa equipe italiana, abrindo dessa maneira o mercado estrangeiro para a posição, que era muito pouco respeitada pelas equipes europeias.
Na Copa de 1990, na Itália, Nielsen foi o preparador dos goleiros Taffarel, Acácio e Zé Carlos.
Hoje, Nielsen Elias é treinador profissional de futebol. Tem quatro filhos: Nielsen, Giuliana, Giulia e João Felipe.
Fonte: WikiPédia
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Ontem
Nílson Severino Dias, mais conhecido como Nílson Dias (Rio de Janeiro, 25 de janeiro de 1952), é um ex-futebolista brasileiro que atuava como atacante.
Carreira
É um dos principais artilheiros do Botafogo, com 127 gols marcados entre 1970 e 1978. Também jogou por Internacional, Santos, Santa Cruz, São Cristóvão e Olaria.
Atuou em 13 partidas pela Seleção Brasileira no ano de 1977, marcando quatro gols.
Referências
1. ↑ «Nílson Dias - Que fim levou?». Terceiro Tempo. Consultado em 1 de agosto de 2021
Torcedor rubro-negro, Nílson Dias tentou ingressar nas categorias de base do Flamengo em 1967, mas não teve êxito. No ano seguinte ingressou nos juvenis do Botafogo. No time principal, o centroavante estreou em abril de 1970.
Em março de 1971 Nílson Dias foi convocado para a Seleção Brasileira que disputaria o Torneio da Juventude (atual Campeonato Sul-Americano de Juniores), no Paraguai. O Brasil foi eliminado na 1ª fase, com duas vitórias e duas derrotas. Em abril, disputou o Torneio de Cannes, onde o Brasil foi campeão tendo Abel Braga como capitão da equipe. Em novembro foi novamente convocado para disputar o Torneio Pré-Olímpico, na Colômbia. O Brasil foi campeão e Nílson Dias marcou três gols. Em 1972 chegou a disputar dois amistosos pela seleção olímpica em junho. Em 13/06 um empate em 0x0 com o Atlético, no Mineirão, e em 17/06 uma vitória por 4x1 sobre o Hamburgo (ALE) no Beira-Rio, em jogo que o colorado Falcão marcou dois gols.
Mas Nílson Dias não foi convocado para os Jogos Olímpicos, sendo emprestado, no mesmo mês de junho, para o Deportivo Cali. Lá conquistou o Torneio Finalización, equivalente ao 2º turno. No Triangular Final, entretanto, o Deportivo Cali ficou com o vice-campeonato.
Em fevereiro de 1973 Nílson Dias retornou ao Botafogo, assumindo a titularidade e sendo o responsável pela maioria dos gols do clube. Em 13/11/1975 Nílson Dias rompeu os ligamentos do tornozelo direito e fraturou a fíbula, em uma dividida com Zé Maria, do Corinthians. Ele retornaria aos gramados em 06/06/1976, em um amistoso com o Grêmio, no Olímpico. A partida terminou 1x1 e Nílson Dias fez o gol do Botafogo.
No início de 1977 Nílson Dias foi convocado para a Seleção Brasileira, disputando cinco amistosos (Bulgária, Seleção Paulista, Combinado Flamengo/Fluminense, Millonarios e Combinado Vasco/Botafogo). Marcou seu único gol na vitória por 6x1 sobre o Combinado Vasco/Botafogo. Entre setembro de 1977 e julho de 1978 participou da sequência de 52 partidas invictas do Botafogo, recorde nacional. Nílson Dias tornou-se um dos maiores artilheiros do alvi-negro carioca, com 127 gols marcados. Em setembro de 1978, sofrendo grave crise financeira, o Botafogo negociou Nílson Dias com o Universidad Guadalajara, do México. Em sua primeira temporada em terras mexicanas marcou 17 gols, sendo o 8º artilheiro do campeonato. Nas duas temporadas seguintes, porém, lesões e poucas sequências de jogos o levaram a marcar apenas três gols.
Em março de 1981 o Internacional enfrentava problemas no comando do ataque. Bira, um dos heróis do título brasileiro de 1979 enfrentou lesões e más atuações em 1980 e já não contava com a confiança da torcida. E Internacional e Universidad Guadalajara acertaram as trocas por empréstimo de seus centroavantes, por quatro meses. Bira saiu magoado, dizendo que preferia jogar no Rio ou em São Paulo, na volta. Nílson Dias chegou esperançoso, falando em voltar à Seleção Brasileira.
A estreia de Nílson Dias no Colorado ocorreu em 08/03/1981. O Internacional enfrentava o Goiás, no Beira-Rio. Nílson Dias entrou no time substituindo Cléo e marcou o único gol do jogo, aos 34'. Em 15/03, outra vez saindo do banco de reservas, substituiu Jones e marcou dois gols contra o Sport. Mas os pernambucanos reagiram e empataram a partida em 2x2. Em 21/03 ele seria titular pela primeira vez, no Serra Dourada, em partida que terminou 0x0, contra o Goiás. Na histórica goleada de 6x0 sobre o Palmeiras, em 28/03, Nílson Dias marcou o 5º gol colorado, após assistência de Batista. Em 05/04, na partida contra o Sport, Nílson Dias foi expulso, ficando de fora da 1ª partida das oitavas-de-final, contra o Atlético MG, no Mineirão. Mas voltou para o jogo no Beira-Rio, onde fez o gol salvador do empate em 1x1, que classificou o Colorado. Nas quartas-de-final o Internacional foi batido nos dois jogos pelo São Paulo, sem marcar gols. Nílson Dias disputou 9 partidas no campeonato brasileiro, marcando 5 gols.
Nílson Dias disputou os 4 amistosos realizados entre o campeonato brasileiro e o campeonato gaúcho, marcando um gol contra o Mixto. No Gauchão, o primeiro gol colorado foi de Nílson Dias, na vitória de 2x1 sobre o São Gabriel, em 07/06. Mas começava também um momento de angústia para a torcida e jogador. Seu empréstimo se encerrava em 30/06. Apesar do centroavante cair nas graças da torcida e do técnico Cláudio Duarte, o presidente José Asmuz não se mostrava disposto a pagar os 23 milhões de cruzeiros pedidos pelos mexicanos para negociá-lo em definitivo. Apesar de uma enquete realizada pela rádio Gaúcha indicar que 65% dos torcedores ouvidos queriam a contratação do atacante o negócio não se concretizou. Em 28/06, dois dias antes do fim do contrato, Nílson Dias entrou em campo pela última vez com o manto colorado. O Internacional enfrentava o Brasil de Pelotas, no Beira-Rio, e penava em um empate em 1x1, quando Nílson Dias, aos 40' do 2º tempo, como presente de despedida, fez o gol da vitória.
O contrato com o Internacional encerrou-se, mas Nílson Dias não voltou ao México, sendo negociado com o Santos. Sua carreira, a seguir, foi esta: Santos (1981/1982), Santa Cruz (1982), São Cristóvão (1983), Santos (1983), Acadêmica Coimbra POR (1983/1985), Olaria (1985), Al Riffa BAR (1985/1987), Central RJ (1988) e Sobradinho (1989). No seu último clube, chegou em maio de 1989, para um contrato de 4 meses. Em sua estreia marcou dois gols na vitória sobre o Taguatinga, por 3x1. Nílson Dias jogou mais três partidas e pediu a rescisão do contrato, alegando problemas particulares e falta de campo de treinamento.
Seus números pelo Internacional:
19 partidas
8 vitórias
7 empates
4 derrotas
8 gols marcados
campeão gaúcho em 1981 (participou dos seis primeiros jogos)
Fonte: Blog futebol e outras histórias
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